Outubro 18, 2011
Como vimos dizendo há anos, ou o Estado para de BRINCAR DE SEGURANÇA PÚBLICA, passando a investir pesado onde REALMENTE INTERESSA, ou seja na INVESTIGAÇÃO DOS CRIMES, ou ainda teremos muitas e muitas outras vítimas dentre os cidadãos cariocas e fluminenses.

Reduzidos a MEROS PAGADORES DE IMPOSTOS para sustentar a corte deste “novos caudilhos” e os seus luxos pessoais, os cidadãos deste Estado vão morrendo, sangrando, sofrendo. Caindo como moscas diante da INÉPCIA, da INCOMPETÊNCIA, do DESLEIXO, da POUCA VERGONHA e da IRRESPONSABILIDADE daqueles que lhes deveriam retornar um SERVIÇO PÚBLICO DE QUALIDADE.

A evasão dos quadros da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro não é fato novo, porém agora parece estar ganhando maior notoriedade, maior visibilidade, diante do verdadeiro XEQUE MATE que os Agentes de Autoridade (Inspetores, Oficiais de Cartório, Investigadores, Peritos, Papiloscopistas e demais técnicos.) vimos aplicando nesta estrutura CARCOMIDA e SUCATEADA que são as unidades de polícia.

O que sempre nos causou (e nos causa) extranheza é o fato de que os Delegados de Polícia, que deveriam primar pela QUALIDADE NO ATENDIMENTO e pelo RECONHECIMENTO dos quadros da Polícia Civil, nunca estiveram preocupados com a condição de MISERABILIDADE a que os agentes vem sendo submetido há anos.

Outro dia conversava com um Delpol com poucos anos de vida e também muito poucos anos de experiência profissional sobre o CUMPRA-SE A LEI e ele reclamava, dizendo que os agentes estariam “fechados” ou “fazendo o jogo” dos Oficiais da PM, quando chamavam a atenção para o fato de que há anos os trabalhos das Autoridades Policiais vinham sendo feitos pelos técnicos.

Consoante a amizade que rege a nossa relação e não através da relação hierárquica, coloquei a maior “pilha” no amigo, que certamente estava mal informado e, como diz o ditado, VENDO CHIFRES EM CABEÇA DE CAVALO.  Mas, do alto dos meus 47 anos de vida e 15 anos de serviço público e 10 anos de polícia, lembrei ao colega Delegado que SERES HUMANOS e principalmente SERES HUMANOS INTELIGENTES (E temos Inspetores e Oficiais de Cartório na Polícia Civil que certamente possuem MUITO MAIS COMPETÊNCIA para dirigir as Delegacias do que os próprios Delegados.), sempre vão acabar se INSURGINDO contra o abandono, a falta de condições dígnas de vida e a falta de apoio de seus “supostos” líderes.

E NÃO SOU EU que diz isso, mas a própria história da humanidade, como no caso de Maria Antonieta, nascida no Dia de Finados e que comemorava seu aniversário na véspera, Dia de Todos os Santos, a quem atribui-se a famosa frase: “Se não têm pão, que comam brioches”, proferida a uma de suas camareiras certa vez que um grupo de pobres foi ao palácio pedir pão para comer.

O resultado deste desdém, desde descaso, deste abandono daqueles que GARANTIAM os recursos necessários à sobrevivência do próprio governo e da manutenção de suas “mordomias”, foi a Revolução Francesa e a condenação de Maria Antonieta à morte por traição, morrendo na guilhotina em 16 de outubro de 1793.

Nos bastidores das Delegacias de Polícia os Agentes de Autoridade brincam que a ÚNICA OPERAÇÃO realmente permanente na Polícia Civil é a famosa OPERAÇÃO CARACÚ, onde os Delegados entram com a CARA e os agentes com o RESTO.

Logicamente nenhum Agente de Autoridade deseja usurpar a função do Delegado de Polícia, mas seria NO MÍNIMO educado por parte destes que em suas MUITAS ENTREVISTAS e APARIÇÕES MIDIÁTICAS, fizessem referência às Equipes de Investigação que EFETIVAMENTE CONDUZEM e RESOLVEM os crimes submetidos aos seus cuidados.  

Ou alguém efetivamente acha, acredita ou entende que os indícios de AUTORIA e MATERIALIDADE chegam ao corpo dos Inquéritos Policiais através do trabalho jurídico realizado nos Gabinetes das Unidades?

Somos todos HIERARQUIZADOS e como dissemos, cabe ao Delegado a gerência das unidades, porém CABE TAMBÉM A ESTES a luta pelo reconhecimento financeiro de suas equipes, de seus “comandados”, justamente para que possam ter ao seu lado SERVIDORES PÚBLICOS e não aquela casta de CORRUPTOS, ABUTRES e APROVEITADORES que se aboletam no entorno do poder para OBTER VANTAGENS PESSOAIS, quase sempre ILÍCITAS.

Trata-se de uma questão de ESCOLHA! 
E de uma escolha INTELIGENTE que deve ser FEITA pelos Delegados que, CONVENIENTEMENTE, há anos atrás desatrelaram seus VENCIMENTOS dos da “tiragem” a fim de poder PEDIR AUMENTOS para um número menor de pessoas, invertendo a lógica da MERITOCRACIA pela da CONVENIÊNCIA SITUACIONISTA.

Logo, seria bastante INTERESSANTE e PRUDENTE que aqueles que LIDERAM a instituição passassem efetivamente a fazê-lo, antes que seus “comandados” encontrem outros “líderes” para estar à frente do Inquérito Policial. 

Até mesmo porque diante da RECOMENDAÇÃO publicada no BI da instituição que permitiria a consulta “virtual” de Delegados via E-mail ou por Telefone, pode acabar ficando patente uma certa RELATIVIDADE na utilidade da figura do Delegado, pois se tivermos mesmo de contatar alguém, talvez fosse mais prático e eficiente entrar em contato com o Titular da Ação Penal, certo?

E, se ainda lembro um pouquinho das minhas aulas de Direito, pelo PRINCÍPIO DA TITULARIDADE a Constituição Federal atribui nitidamente ao Ministério Público a titularidade da ação penal, condicionada e incondicionada, mas com a exceção no caso da ação penal privada subsidiária da pública.

Então… Melhor falar com Deus do que com os Santos certo?

Vida que segue…
E nestes tempos “bicudos” esperamos que Alice recupere o juízo e passe a cuidar com mais atenção dos habitantes do País das Maravilhas, porque essa mania da Rainha de Copas de ficar tentando CORTAR AS CABEÇAS ainda vai produzir alguns mártires e uma nova Revolução Francesa à brasileira.

Como vimos dizendo há anos, ou o Estado para de BRINCAR DE SEGURANÇA PÚBLICA, passando a investir pesado onde REALMENTE INTERESSA, ou seja na INVESTIGAÇÃO DOS CRIMES, ou ainda teremos muitas e muitas outras vítimas dentre os cidadãos cariocas e fluminenses.

Reduzidos a MEROS PAGADORES DE IMPOSTOS para sustentar a corte deste “novos caudilhos” e os seus luxos pessoais, os cidadãos deste Estado vão morrendo, sangrando, sofrendo. Caindo como moscas diante da INÉPCIA, da INCOMPETÊNCIA, do DESLEIXO, da POUCA VERGONHA e da IRRESPONSABILIDADE daqueles que lhes deveriam retornar um SERVIÇO PÚBLICO DE QUALIDADE.

A evasão dos quadros da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro não é fato novo, porém agora parece estar ganhando maior notoriedade, maior visibilidade, diante do verdadeiro XEQUE MATE que os Agentes de Autoridade (Inspetores, Oficiais de Cartório, Investigadores, Peritos, Papiloscopistas e demais técnicos.) vimos aplicando nesta estrutura CARCOMIDA e SUCATEADA que são as unidades de polícia.

O que sempre nos causou (e nos causa) extranheza é o fato de que os Delegados de Polícia, que deveriam primar pela QUALIDADE NO ATENDIMENTO e pelo RECONHECIMENTO dos quadros da Polícia Civil, nunca estiveram preocupados com a condição de MISERABILIDADE a que os agentes vem sendo submetido há anos.

Outro dia conversava com um Delpol com poucos anos de vida e também muito poucos anos de experiência profissional sobre o CUMPRA-SE A LEI e ele reclamava, dizendo que os agentes estariam “fechados” ou “fazendo o jogo” dos Oficiais da PM, quando chamavam a atenção para o fato de que há anos os trabalhos das Autoridades Policiais vinham sendo feitos pelos técnicos.

Consoante a amizade que rege a nossa relação e não através da relação hierárquica, coloquei a maior “pilha” no amigo, que certamente estava mal informado e, como diz o ditado, VENDO CHIFRES EM CABEÇA DE CAVALO. Mas, do alto dos meus 47 anos de vida e 15 anos de serviço público e 10 anos de polícia, lembrei ao colega Delegado que SERES HUMANOS e principalmente SERES HUMANOS INTELIGENTES (E temos Inspetores e Oficiais de Cartório na Polícia Civil que certamente possuem MUITO MAIS COMPETÊNCIA para dirigir as Delegacias do que os próprios Delegados.), sempre vão acabar se INSURGINDO contra o abandono, a falta de condições dígnas de vida e a falta de apoio de seus “supostos” líderes.

E NÃO SOU EU que diz isso, mas a própria história da humanidade, como no caso de Maria Antonieta, nascida no Dia de Finados e que comemorava seu aniversário na véspera, Dia de Todos os Santos, a quem atribui-se a famosa frase: “Se não têm pão, que comam brioches”, proferida a uma de suas camareiras certa vez que um grupo de pobres foi ao palácio pedir pão para comer.

O resultado deste desdém, desde descaso, deste abandono daqueles que GARANTIAM os recursos necessários à sobrevivência do próprio governo e da manutenção de suas “mordomias”, foi a Revolução Francesa e a condenação de Maria Antonieta à morte por traição, morrendo na guilhotina em 16 de outubro de 1793.

Nos bastidores das Delegacias de Polícia os Agentes de Autoridade brincam que a ÚNICA OPERAÇÃO realmente permanente na Polícia Civil é a famosa OPERAÇÃO CARACÚ, onde os Delegados entram com a CARA e os agentes com o RESTO.

Logicamente nenhum Agente de Autoridade deseja usurpar a função do Delegado de Polícia, mas seria NO MÍNIMO educado por parte destes que em suas MUITAS ENTREVISTAS e APARIÇÕES MIDIÁTICAS, fizessem referência às Equipes de Investigação que EFETIVAMENTE CONDUZEM e RESOLVEM os crimes submetidos aos seus cuidados.

Ou alguém efetivamente acha, acredita ou entende que os indícios de AUTORIA e MATERIALIDADE chegam ao corpo dos Inquéritos Policiais através do trabalho jurídico realizado nos Gabinetes das Unidades?

Somos todos HIERARQUIZADOS e como dissemos, cabe ao Delegado a gerência das unidades, porém CABE TAMBÉM A ESTES a luta pelo reconhecimento financeiro de suas equipes, de seus “comandados”, justamente para que possam ter ao seu lado SERVIDORES PÚBLICOS e não aquela casta de CORRUPTOS, ABUTRES e APROVEITADORES que se aboletam no entorno do poder para OBTER VANTAGENS PESSOAIS, quase sempre ILÍCITAS.

Trata-se de uma questão de ESCOLHA!
E de uma escolha INTELIGENTE que deve ser FEITA pelos Delegados que, CONVENIENTEMENTE, há anos atrás desatrelaram seus VENCIMENTOS dos da “tiragem” a fim de poder PEDIR AUMENTOS para um número menor de pessoas, invertendo a lógica da MERITOCRACIA pela da CONVENIÊNCIA SITUACIONISTA.

Logo, seria bastante INTERESSANTE e PRUDENTE que aqueles que LIDERAM a instituição passassem efetivamente a fazê-lo, antes que seus “comandados” encontrem outros “líderes” para estar à frente do Inquérito Policial.

Até mesmo porque diante da RECOMENDAÇÃO publicada no BI da instituição que permitiria a consulta “virtual” de Delegados via E-mail ou por Telefone, pode acabar ficando patente uma certa RELATIVIDADE na utilidade da figura do Delegado, pois se tivermos mesmo de contatar alguém, talvez fosse mais prático e eficiente entrar em contato com o Titular da Ação Penal, certo?

E, se ainda lembro um pouquinho das minhas aulas de Direito, pelo PRINCÍPIO DA TITULARIDADE a Constituição Federal atribui nitidamente ao Ministério Público a titularidade da ação penal, condicionada e incondicionada, mas com a exceção no caso da ação penal privada subsidiária da pública.

Então… Melhor falar com Deus do que com os Santos certo?

Vida que segue…
E nestes tempos “bicudos” esperamos que Alice recupere o juízo e passe a cuidar com mais atenção dos habitantes do País das Maravilhas, porque essa mania da Rainha de Copas de ficar tentando CORTAR AS CABEÇAS ainda vai produzir alguns mártires e uma nova Revolução Francesa à brasileira.

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